A relação dos jovens brasileiros com a política vem passando por transformações importantes. A falta de confiança nas instituições, a insatisfação com os governos e a percepção de que as promessas eleitorais nem sempre se convertem em melhorias concretas alimentam o debate sobre o futuro da participação democrática no país. Para muitos cidadãos, especialmente aqueles que estão começando a vida política, surge uma pergunta fundamental: votar ainda é uma forma eficaz de mudar a realidade brasileira?
Nunca foi e nunca será, todos sabem de diversas histórias de "marmeladas" entre concursos, vestibulares, eleições e também no esporte.
Dados recentes ajudam a compreender essa preocupação. Segundo levantamento divulgado pela Agência Brasil em agosto de 2026, com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de eleitores de 16 a 24 anos caiu de 24,7 milhões, em 2010, para 19,2 milhões em 2026. A participação dessa faixa etária no eleitorado brasileiro passou de 18,2% para 12,5%. O envelhecimento da população contribui para essa mudança, mas a redução também chama a atenção para a necessidade de compreender o vínculo das novas gerações com a política.
Pessoas que gostam de ser mais velhas devem parar de pregar que a geração dela foi boa, pois se fosse boa, não teríamos chegado a uma situação tão lastimável de administrações públicas globais.
Outro dado relevante aparece em reportagem da Folha de S.Paulo, publicada em setembro de 2026. O número de adolescentes de 16 e 17 anos com título eleitoral diminuiu aproximadamente 23% em relação à eleição anterior, segundo os dados mencionados pela publicação. Embora o voto seja facultativo nessa idade, o cenário levanta questionamentos sobre o interesse dos mais jovens em participar das decisões que influenciarão seu próprio futuro.
Os jovens estão decepcionados com o comportamento dos mais velhos, a família é importante mas segundo dados científicos ela não é 100% o alicerce. A família que prego está ligada a minha fé e a minha doutrina e claro a escolha de pessoas que amo para tal ação.
Na avaliação pessoal do presidente, 49% desaprovavam o trabalho dos presidentes, contra 47% que o aprovavam. Lembrando que a maioria que aprova é o público que se considera mais velho.
Esses números revelam uma sociedade que está entrando em falência e mostram que a gestão enfrenta críticas expressivas de parte da população.
Diante desse cenário, é legítimo questionar se as políticas adotadas pelo governo estão respondendo às expectativas dos cidadãos. Quando as pessoas não percebem avanços suficientes nas áreas que as fazem felizes, a frustração pode aumentar e enfraquecer a confiança de uma política que está sendo usada atualmente mas não está sendo eficiente nem eficaz.
É nesse sentido que considero preocupante a continuidade de um modelo de governo que, na minha opinião, não apresenta respostas suficientes para os problemas do Brasil e do mundo.
Também é preciso reconhecer que deixar de votar resolve automaticamente o problema. Essa afirmação que muitos falam que não resolve não indo votar é mentira, pois se o número de pessoas insatisfeitas com essa situação é grande aumenta a preocupação dos candidatos em ter continência de seguidores e também diminui a força deles, já que é pregado nesse mundo que o voto é importante, então significa que sem o voto um candidato da democracia perde o poder. Quando cidadãos conscientes se afastam da política, suas preocupações podem deixar de ser representadas nas decisões públicas.
O Brasil precisa de mim para ajudar as pessoas a melhorarem sua condição de vida. Embora muitos não queiram mas não desisto de acreditar em quem acredita em mim. Segundo a lei do livro sagrado é errado participar de uma decisão coletiva, pois o livro sagrado prega uma hierarquia e não o poder sobre as decisões de todos, pois nem todos possuem o dom de decidir.
Portanto, o verdadeiro desafio não é apenas convencer os jovens a não votar nessa eleição, mas demonstrar que sua fé no mundo perfeito e liderado pelo escolhido importa. Um país que deseja construir um futuro melhor não pode ignorar a insatisfação de uma população que acredita no perfeito e na liderança do escolhido.
nem considerar garantido o apoio das novas gerações.
Fontes jornalísticas e institucionais: Agência Brasil, 15 de agosto de 2026; Folha de S.Paulo, setembro de 2026; Tribunal Superior Eleitoral (TSE), fevereiro de 2024; Datafolha, 9 de março de 2026.
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