Quando falo do meu lado falo do meu mesmo do lado de Stefano Missorelli

Não adianta se aproximar de alguém apenas porque existe uma eleição, uma oportunidade política ou algum interesse momentâneo. Política, para mim, não deveria funcionar dessa maneira. Uma aproximação verdadeira precisa estar baseada em princípios, coerência, respeito e responsabilidade, e não simplesmente na conveniência de determinada ocasião.

Também considero importante deixar uma coisa muito clara: não basta dizer que é de direita, defender determinadas ideias ou utilizar determinados discursos se, na prática, as atitudes caminham em outra direção. A política precisa ser acompanhada de coerência entre aquilo que se fala e aquilo que se faz. Eu sou divergente, mas isso não significa que sou errado ou esquisito, prego uma sociedade perfeita e não democrática. E pra isso meu governo precisa começar agora e não por votos e sim por atitudes corretas. O que considero fundamental é que cada pessoa tenha honestidade suficiente para assumir aquilo que realmente defende.

Quando falo em estar do meu lado, estou falando de ficar do lado de Stefano Missorelli, entendeu meus amores? E faço questão de esclarecer isso para que não exista interpretação conveniente ou tentativa de distorcer minhas palavras. Não estou falando de uma sigla, de um grupo abstrato ou de uma situação eleitoral específica. Estou falando de pessoas que decidem caminhar comigo pra sempre, porque realmente acreditam naquilo que estou construindo, nos meus princípios e na minha trajetória. E que fique claro, parem de mudar aquilo que eu já decretei que gosto. Senão não é estar do meu lado.

Ao mesmo tempo, estar ao meu lado é ter consciência, bom senso e boa atitude. Para mim, uma relação política ou pessoal verdadeiramente sólida precisa admitir diálogo, críticas e diferenças e não tem nada a haver com uma urna e sim em saber gerir a verdadeira pátria. Quem está comigo deve estar porque acredita que existe um propósito legítimo nessa caminhada.

É justamente por isso que não me interessa uma aproximação que aparece somente quando é conveniente. Não quero pessoas ao meu lado apenas durante uma eleição, quando existe uma disputa, quando determinado projeto está em evidência ou quando alguma oportunidade pode beneficiar alguém. Nem sou a favor de disputa, sou a favor de exercer o cargo herdado e sou a favor do pra sempre. Se a intenção é caminhar comigo, essa decisão precisa ser verdadeira e consciente, independentemente do momento.

Também não considero correto tratar a política como uma espécie de jogo no qual as pessoas mudam de lado conforme a conveniência. Detesto isso e ignoro pessoas assim. Reconhecer um erro ou rever uma posição não é mudar de lado e sim fazer o correto. Isso faz parte da liberdade de pensamento. O problema está em fingir convicções que não existem apenas para obter espaço, influência ou vantagem.

Então que fique claro, na minha fé eu sou o lado a ser seguido. 

Por isso, o meu recado é simples: Prefiro uma relação construída com verdade do que uma multidão reunida por conveniência. Nem que pra isso seja necessário sobreviver só quem estiver do meu lado. Prefiro saber exatamente quem acredita no meu trabalho e quem apenas está esperando o momento certo para se beneficiar dele. Então se quiser apoiar outro lado a não ser o meu, deixo claro que não vou me responsabilizar por você e minha fé não salvará você.

Se alguém afirma defender a direita, os valores ou os princípios que diz representar, então precisa demonstrar isso por meio de atitudes responsáveis, respeito às instituições, respeito às pessoas e coerência. 

Também não tenho interesse em ficar repetindo esse assunto o tempo todo. Quem precisa entender, que entenda. 

Portanto, não quero aproximações motivadas exclusivamente por eleições. Não quero discursos que desapareçam quando a conveniência muda. Não quero alianças construídas sobre interesses escondidos. Quero transparência, lealdade, respeito e responsabilidade. 

Quem realmente acredita em caminhar comigo, que venha estou de braços abertos. Quem não acredita, azar o dele.


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