Faça correto uso das minhas pregações

Não adianta maquinar estratégias para tentar reverter a minha pregação em benefício próprio, principalmente se isso significar distorcer aquilo que defendo ou usar de astúcia para favorecer interesses pessoais. O que prego está fundamentado na lei que sigo e reconheço como verdadeira para mim, não em interpretações convenientes criadas para servir a outros propósitos.
Se alguém utiliza as minhas palavras, os meus ensinamentos ou a minha mensagem, espero que o faça com sinceridade, respeito e fidelidade ao sentido original. Não considero legítimo usar uma mensagem para conquistar espaço, prestígio ou influência enquanto, ao mesmo tempo, se ignora aquilo que ela realmente ensina. Quando a intenção é apenas aproveitar o discurso para autopromoção, o resultado deixa de ser um testemunho e passa a ser apenas uma estratégia vazia.
A intenção faz diferença. Não me importa o quanto alguém tente justificar determinadas atitudes se, na prática, elas contradizem aquilo que afirmam defender. A coerência entre palavras e ações vale mais do que qualquer discurso elaborado. Quem realmente acredita em uma mensagem procura vivê-la; quem apenas a utiliza como ferramenta acaba revelando, cedo ou tarde, quais eram suas verdadeiras motivações.
Se a minha pregação estiver sendo usada, que seja de acordo com a lei que ela anuncia. Que não seja adaptada para agradar interesses, manipular pessoas ou transformar princípios em instrumentos de conveniência. Uma mensagem perde sua força quando é moldada para servir ao ego em vez da verdade.
Caso contrário, todo esse esforço será em vão. Aquilo que for construído sobre interesses passageiros dificilmente permanecerá de pé. Mais cedo ou mais tarde, as consequências alcançam quem escolhe esse caminho. Não porque eu deseje isso, mas porque toda escolha produz resultados compatíveis com aquilo que foi semeado.
Se alguém insiste em agir de maneira contrária, mesmo sabendo das consequências, essa decisão pertence exclusivamente a essa pessoa. Cada um responde pelos próprios atos. Não cabe a mim impedir quem escolhe trilhar esse caminho, mas também não cabe a mim validar atitudes que considero incompatíveis com aquilo que anuncio.
Portanto, se a escolha for continuar praticando aquilo que considero errado, faça conforme sua própria decisão. Eu continuarei mantendo a coerência com aquilo que acredito e defendendo os princípios que considero corretos. Se, apesar de todos os avisos, alguém decidir continuar fazendo aquilo que entende ser conveniente, mesmo que eu considere um erro, essa responsabilidade não será minha.
E, se insistir em continuar fazendo merda, continue. Talvez as consequências do próprio caminho ensinem aquilo que palavras não conseguiram ensinar. Nesse caso, paradoxalmente, eu até agradecerei, porque a verdade acaba se revelando pelos frutos produzidos, e não apenas pelos discursos apresentados.

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