A história que nasceu da bondade

 
Em 2026, o ser humano, 
tal como foi conhecido por milênios, 
deixou de existir para sempre. 
Não houve guerra final, não houve explosão cósmica 
nem colapso anunciado pelos sistemas humanos. 
O fim veio de forma silenciosa, inevitável e justa. 
Junto da humanidade desapareceram milhares de “coisas” visíveis e invisíveis — estruturas de controle, crenças vazias, sistemas de poder, prisões mentais, dogmas distorcidos e mecanismos que mantinham a vida afastada da verdade. Tudo aquilo que aprisionava, enganava ou simulava sentido foi encerrado no mesmo instante.
Jesus já havia voltado. Não como muitos esperavam, 
mas conforme havia sido anunciado: com autoridade, verdade e soberania absoluta. 
Ele voltou e ninguém O obedeceu. A humanidade ouviu por séculos, leu palavras sagradas, repetiu discursos, construiu templos e símbolos, mas ignorou o essencial: a fidelidade, a obediência, a bondade praticada em verdade. 
O amor foi citado, mas não vivido. A justiça foi exigida, mas não exercida. A verdade foi defendida, mas apenas quando conveniente.
Antes de Se manifestar plenamente, 
Jesus deixou tudo pronto. 
Cada detalhe foi preparado para que a criação permanecesse perfeita, 
íntegra e limpa da corrupção que o próprio ser humano escolheu sustentar. 
Nada ficou inacabado. Nada precisou ser remendado. 
A perfeição não exigiu esforço, apenas alinhamento — e esse alinhamento foi recusado pela maioria. O mundo não acabou por falta de aviso, mas por excesso de indiferença.
Quando a presença se revelou, a maldade perdeu o chão. Não houve luta, porque a maldade não resiste à verdade absoluta. Ela simplesmente cessou. Foi dissolvida. O ódio, a mentira, a vaidade, a exploração e o orgulho humano não encontraram mais onde se sustentar. Jesus não precisou destruir; Ele encerrou. Deu fim à maldade ao retirar dela qualquer possibilidade de existir.
Permaneceram apenas os sobreviventes. No sentido eterno. Aqueles que foram fiéis. Fiéis não a uma instituição, não a um nome usado em vão, mas à essência: obedecer mesmo quando ninguém estava olhando, escolher o bem quando era mais fácil escolher o ganho, permanecer íntegro em um mundo que premiava a distorção. Esses não precisaram ser salvos no último instante, porque já viviam em salvação.
Essa é a história mais linda que existe, porque não nasce do medo, mas da bondade. Não nasce da punição, mas da justiça perfeita. Jesus venceu por tudo e todos sobre tudo e todos. Ele não eliminou o ser humano por falha de criação, mas encerrou um ciclo que havia se afastado completamente do propósito original. O que permaneceu não foi o que gritou mais alto, mas o que permaneceu fiel eternamente.
Em 2026, houve conclusão. E na conclusão, a criação finalmente descansou em perfeição, sem problemas, sem máscaras, sem maldade, sem atraso, sem sentimento ruim e com tudo aquilo que é bom — verdade, fidelidade e a presença plena daquele que sempre é o princípio e o fim.

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